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Apenas, não pare! Me deixe ser, e eu irei te libertar!

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Você é um gin e um suco metafórico que me revira às avessas sutilmente com seu olhar intenso e cheio de incógnitas. Mas no meu olhar grito silenciosamente para que traga mais uma cerveja ou um cowboy, e peça pra eu ficar mais um pouco, mais uma noite, mais uma vida inteira. Eu sou intensa, você sabe, e na mesma medida complexamente peculiar. Vejo filmes em pausa, sou 100% em cada pedaço, falo com estranhos na rua, leio áureas, sinto as energias, me conecto com o sol e com a lua. Sou dessas que muda de rotas, que não marca compromissos, que tem o coração como bússola. Vamos lá, não tenha medo de se jogar, foda-se as regras, os jogos ou se os paraquedas irão abrir no momento certo (o certo nem sempre é o necessário). Desça sem freio de mão, olhe pra lua, se conecte com o que sinto nesse momento. Não faça essa distância sem milhas nos afastar. Olhe da varanda, mentalize, sinta apenas com o coração que eu instantaneamente estarei lá. Inteira, apesar de ainda tentar entender o porque minha ...

Foco, amor e trevas!

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Eu cai semana passada, cai como fruto maduro que despenca da árvore quando não faz mais sentido ficar lá. Na real eu inventei de descer 14 andares, de dois em dois degraus, para compensar o risoto delicioso que havia comido na noite anterior.  Cai e ralei os dois joelhos, um deles exatamente em cima de uma cicatriz de um machucado que fiz por volta dos 10 anos. Naquela ocasião, lembro que minha mãe disse: “você já caiu de bicicleta, caiu de patinete e por que foi pegar o patins? Precisa focar filha, repare em quantos aprendizados. Tenta aprender bem uma coisa de cada vez”. Quando me vi sentada no chão, com o sangue quente escorrendo pelas pernas e o relógio anunciando que se eu não levantasse logo dali chegaria atrasada, lembrei da minha mãe falando tudo isso. Foi quando parei pra pensar como minha vida mudou desde aquele dia. Levantei com as lágrimas escorrendo, não sei se pela lembrança ou pela dor, mas foi exatamente na semana que algo mudou dentro de mim. Houve um est...

Eu insisto: continue acreditando em mágica!

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Quem conversa comigo quando eu resolvo filosofar nem pensa que eu sou doida da cabeça. E com a gente foi uma troca de loucura, com um contexto “intelec” pra fazer as perguntas mais clichês possíveis (sério, nossa conversa merecia print e ser compartilhada com a humanidade rs). O jeito que sustentou a conversa foi o que me fez dizer sim, quando mandou uma mensagem falando que tava na porta do trabalho me esperando, e que era pra eu descer rapidinho. Como se somente a gente bastasse e depois eu poderia continuar qualquer obrigação, que me impeça de viver sonhos. Demorei um pouco pra despir minha armadura, confesso. Quis ir pra longe, num barzinho qualquer, mas preferi sugerir o boteco da esquina, só pra você já saber que fora o salto e look descolado há um tantão de simplicidade que gostaria de mostrar. Dia seguinte: barzinho de novo, eu saindo mais cedo pra te encontrar, passos sem um rumo pra gente finalmente se olhar. Fui despida de qualquer vaidade, na versão mais nua e crua que po...

Navegue fundo, mas volte e reinvente-se!

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Quando é que a gente decidiu apelidar o sol de sol e a lua de lua? E descobriu que um lance chamado de energia é o que nos movimenta? Eu me desconstruí, pra me reinventar. E lá no chão, no momento que percebi que somos apenas consciência e que isso aqui é uma passagem, entendi que minha inspiração vem dos escombros. Sou uma alma velha andarilha, habitando um corpo de uma menina de quase 27 anos. Sou equilíbrio da noite e dia, sou céu e mar, sou namascrazy, ovelha negra de orgulho da família, mas sempre pouco entendida. Sou de todas as tribos, de todas cores, de todos amores. A evolução que busco me faz ler o mundo de outra forma, sentir dores que não são minhas, mas alegrias que também não são. Mas na real o que é de quem? Quando ninguém é de ninguém e estamos juntos, mas na real sozinhos na caminhada... Sou coração aos pedaços, mas aos pedaços pra ter a serenidade de trilhar por todos os lados. Por ter facilidade de enxergar quem de certa forma pode ajustar a rota pra mais...

Começo, meio e fim!

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Tem quem chame de fases, ciclos, círculos, transições. Não importa como você defina, o lance é que: a vida é um constante movimento. De trabalho, amores, amigos, prazeres, dores, energias... Tem muita gente que me questiona como eu consigo conciliar tantas tribos diferentes na vida, como consigo (mesmo chegando atrasada) prestigiar pessoas que de alguma forma mudaram algo em mim e responder todas mensagens com amor (mesmo que seja na calada da madrugada, dias depois ou mentalmente). Confesso que: as vezes, nem eu mesma sei como consigo entregar todos os meus jobs, fazer consultoria, dar aula, praticar yoga, fazer voluntário, ouvir com atenção cada um que passa, estar com as séries em dia, ler meus livros nerds, organizar surpresas, visitar a família, acompanhar meu sobrinho crescendo e ainda manter as unhas feitas (pelo menos boa parte do tempo). Mas teve um momento que me fez mudar, sem dúvida. Certa noite quando eu senti medo de dar um passo rumo ao desconhecido, um amigo me disse ...

Retrospectiva de nós dois

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Eu fui num show essa semana. Peguei o carro e viajei por mais de 6 horas. E lá, quando tocou nossa música de despedida eu chorei. Chorei e me permiti reconectar àquela nossa ligação esquecida. Lembrei dos nossos beijos, do nosso começo, do durante, das tantas lágrimas caídas, mas também me lembrei de como foi bom ter você por breves estradas da caminhada. Chorei, chorei e cantei como se não tivesse amanhã. Gritei com toda força da minha alma. No meio das montanhas, com o vento gelado e céu incrível eu meditei. Meditei, e pedi pro universo iluminar você, e implorei pra que nós não apostemos nos mesmos erros. Eu amei te ver! Eu amei te sentir naqueles instantes. Eu fui tão perto que pude sentir seu cheiro, e sei que sentiu toda essa energia quando vi lágrimas escorrendo dos seus olhos no travesseiro. Como diz a música “a chama de um amor que foi eterno pode terminar”, e ali no meio daquela vibe eu senti verdadeiramente que acabou. E talvez esse seja meu último texto, o último suspiro...

A esperança é a última que morre, mas morre!

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Na real o ponto final mesmo a gente só coloca quando decidimos lá no fundo da nossa alma. E é então que a gente cresce e deixa as pessoas irem, e não falo irem no sentido de acabar, “let it go” no sentido de começar a desocupar um espaço no coração e nos pensamentos de quem não merece mais. Cada dia tenho me questionado mais e mais e me desconstruindo no sentido das relações. Tipo, o que faz a gente querer, desquerer, mudar de rumo, ideias, valores, posturas? Quem nunca, por exemplo, não chorou na calada da noite pensando como alguém que nos prometeu tanta coisa vez tudo ao contrário, um verdadeiro foda-se. É como se tudo fosse um antigo contos de fadas da Disney e quando acaba, puf, era só uma historinha. Pra mim algumas pessoas falam da boca pra fora e outras cumprem o que lhe é favorável, sem se importar em respeitar a dor alheia. E mais que isso, a linda história que se passou. Se eu não acreditasse no amor, e nas pessoas, facilmente estaria ao lado daqueles que gritam aos ...