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A resposta é sim ou não: quer ficar?

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Eu disse alguns “nãos” por força do acaso, que me fazia acreditar que não era o momento. E eu disse “sim” por força do destino, que dizia que eu podia tentar. Ou seja, entre os desencontros e reencontros, entre os “sim” e os “nãos” você se fez presente, mesmo que ausente, nessa minha loucura de controlar o incontrolável. Cinco anos se passaram, primeira vez incrível, tudo perfeito e gostoso. Mais longos três meses, onde parecia mais difícil conciliar a agenda, do que desenganar a aceleração dos dias corridos do calendário. Na minha confusão filosófica você se faz, na sua loucura simplória entre um back e a sempre última breja eu me desfaço. Coisa louca essa de se apaixonar. Coisa louca essa da gente se sentir e depois nem se ligar. Entre todos os casos que vivi, você foi daqueles que tinha resposta imediata na minha lista. Com direito a deitar no sofá tão desejado, por outros que nem sequer pisaram os pés na minha casa. De todos os loucos amores, de todas as minhas insanidade...

O espírito segue, e o espírito natalino me deixa assim!

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Lembro que quando era criança eu esperava ansiosamente o Natal para ver toda família reunida, brincar de amigo secreto, tentar adivinhar os tantos presentes debaixo daquela linda árvore enfeitada, cheia de magia. Depois, um pouco maior, eu logo aprendi como a união da família me daria forças. Foram seis Natais com menos lugares na mesa, cada ano com uma pessoa especial ausente em corpo físico (vô, primo, mãe, pai e em seguida minhas duas avós). Rezar em volta daquela mesa o Pai Nosso, de mãos dados com toda origem, era quase que uma súplica para que todos estivem ali, reunidos no ano que vem. O tempo passou, os laços familiares se fortaleceram, mesmo que no dia a dia não pareça. O fato é que: essa base fez grande parte de quem me tornei. Aprendi ali, no meio de uma oração, que o que vale mesmo é a nossa passagem e que a gente precisa viver um dia de cada vez, curtindo cada singelo momento. Hoje eu sai tarde do trabalho, a família na correria para os últimos preparativos e cá estamo...

Entendi duas coisas hoje

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1° Estou mais apaixonada do que imaginava por você. 2° Depois de cinco anos casada, uma separação sofrida e intensa, eu acho que desaprendi a paquerar Dito isso, preciso te contar mais algumas coisas. Eu me senti um imã desde a primeira vez que bati os olhos em você. Foi coisa louca do universo, que acredito que um dia fará mais sentido ou não. O fato é que: quero provar mais desse você. Quero acordar nos seus braços e poder te dar colo. Quero te abraçar não só com meu amor incondicional, quero te abraçar com esse calor carnal que corre em meu corpo. Quero te dar mais “boa noite” e “bom dia”, e mais que isso quero fazer com que a gente tenha mais dias incríveis e off do mundo. Quero te mostrar que é possível viver um amor livre e sem cobranças. Quero te mostrar que esse reencontro só pode agregar, se encararmos isso como uma oportunidade da vida. Ah, a vida, ela teve mais graça e cor desde sua chegada, assim como aquele arco-íris que admiramos juntos. Eu já dei voltas e mais voltas...

Vem cá, preciso te falar algumas coisas!

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Sei que parece loucura dizer tudo isso assim e a essa hora, mas eu não aguento mais ficar travando as palavras em mim. Que diga, que seja, que eu não morra engasgada com todas essas besteiras de amor que eu ainda preciso te falar. Eu tô num pendulo que gira 360°, sem parar, sem me dar chances de pensar. A moleira anda a turbilhão, mas descobri que meu equilíbrio é um tanto desequilibrado. O fato é que: não criei esse tantão de coragem pra falar de mim, isso tudo não é só sobre eu, é sobre você também. Sobre como você faz eu me sentir. Sobre seus olhares indecifráveis, sobre como compartilha timidamente os detalhes da sua vida comigo. Eu te vi lá, do outro lado da vida, numa bem diferente dessa que a gente leva hoje. E foi ali, no meio daquela regressão, que fez sentido tudo isso que despertou em mim, quando te vi sentado do outro lado da mesa, falando da sua experiência. Sim! Cada célula do meu corpo se movimentou diferente, fazendo eu me mexer de outra forma no universo, pedindo pra...

Looping de relacionamentos

Até quando vale persistir? Eu diria que nunca é demais quando se trata de amor. A gente tem a tendência de abandonar o barco logo na primeira, segunda ou terceira turbulência. “Não aguento mais”. Mas se pensarmos assim o nosso navio nunca se ancorará por muito tempo no mesmo porto. Relacionamento: já diria o saudoso dicionário Aurélio é quando os indivíduos se comunicam bem, e o gostam de fazer. Pois bem, pra se relacionar é preciso muito mais do que amor, precisa de troca, parceria, permanência, persistência. E digo isso mesmo nos momentos em que a maré alta parece querer afogar, fato quase sempre inevitável. Afinal, se um vem por um caminho na estrada de terra com Sol e o outro pela rodovia na chuva, é preciso tranquilidade para que os dois consigam pisar na mesma trincheira. É preciso entender o universo do outro e mergulhar nesse desconhecido para não apontar o dedo, para não julgar. Nessa hora vemos como criação, verdades, referências e tudo mais precisam ser respeitados para entã...

Quando descobri que o amor transcende o sabor!

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Tô numa intensa fase introspectiva e depois do ano do cavalo, de imensa transformação, estou vendo que o ano do carneiro, de afirmações, está fazendo imenso sentido nessa caminhada. Há pouco mais de um ano decidi, depois de um intenso trabalho com ayahuasca (em breve falarei sobre isso aqui), que não iria mais comer carne. Não teve processo, não teve despedida em churrascaria, não teve sofrimento por ter desejo e nem nada. Eu simplesmente percebi que estava tão internalizado o amor incondicional que tenho pela vida e por cada um dos seres que habitam esse universo que PAREI. Parei, e teve um monte de gente que me questionou, que disse “quero ver até quando isso vai durar” e aquelas perguntas clichês, que sempre respondia/respondo com muito amor, mas sem me aprofundar sobre meus processos. Já me perguntaram se eu vegetariana por pena. E logo dei uma resposta que virou meu lema: não é pena, é respeito pela vida. Ainda consumo derivados do leite e ovos, mas o plano futuro é n...

Um desabafo sobre minha “falta” de inspiração!

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Cada ser que passa, cada sorriso, cada brilho do sol entre as nuvens, tudo é inspiração, tudo pode se transformar em textos que poetizam a nossa existência. Preciso confessar que a vida tem mais cores e as inspirações são mais inspiradoras (sim, há níveis de inspiração) quando as minhas mãos ficam suadas e sinto borboletas na barriga. Não que eu não enxergue amor em cada olhar que cruza o meu, não que a chuva que cai constantemente não me deixe mais introspectiva, mas falar sobre tudo isso é mais fácil quando meu coração morre de amor ou de amores. Hoje sou calmaria, estrada sem trânsito, sol depois da tempestade. Sou coração de paixões repentinas e passageiras, sou cama quente mas vazia, repleta de eu. Mas se assim como eu você vive de inquietudes sempre vai achar que tem um “problema” em sua vida, nunca vai se conformar com como ela está. Hoje vindo trabalhar eu li uma frase dessas de traseira de caminhão que dizia “Não se pode ter absolutamente tudo na vida” e não é que isso me ...